GERALDINOS

imprensa
Em edição extraordinária, Cinefoot exibe três documentários
em Moscou durante a Copa
Jornal do Brasil, junho 2018

 

Às margens da Baía de Guanabara e do Rio Moscou, o jogo começa hoje simultaneamente no Rio de Janeiro e na capital russa para a edição extraordinária do Cinefoot, festival brasileiro de cinema sobre futebol que é realizado desde 2010.

Nostalgia que faz seu gol de placa
Janot, maio 2016

 

Quando o Maracanã foi reinaugurado em 2013 para a Copa das Confederações, transformado em “arena” após uma obra bilionária, seus antigos habitués se sentiam em meio à plateia comportada do Holiday on Ice. Foi o triste fim do processo de gentrificação desse símbolo cultural do Rio de Janeiro, que começou em 2005 com o fechamento de seu setor mais popular e democrático, a geral. 

Geraldinos
Zanin, maio 2016

 

A geral era a parte mais popular do velho Estádio do Maracanã, construído em 1950. Com ingresso mais barato, era onde ficavam os torcedores mais apaixonados. A geral era a alma do Maracanã. 

'Geraldinos' resgata descontração das antigas 'gerais' de estádios
Folha ilustrada, maio 2016

 

Segundo o dicionário Houaiss, "geral" é aquela "parte de estádio, sem arquibancadas ou coberturas, de onde se assiste a jogo ou espetáculo em pé, ao nível do campo". Para designar os frequentadores da geral, o jornalista esportivo Washington Rodrigues cunhou a palavra "geraldino", também dicionarizada. 

“GERALDINOS”, um alerta contra o extermínio da vida popular brasileira
Planeta Tela, abril 2016

 

O filme começa mostrando um breve histórico e a importância do Estádio Mário Filho, muito mais conhecido como Maracanã. Logo ele fecha suas lentes sobre a chamada Geral, aquele pedaço muito especial de cimento e ferro, de pouco conforto e discutível visibilidade do campo de jogo, onde o ingresso era bem mais barato.

“Geraldinos” em São Paulo
Fut Pop Clube, abril 2016

 

O horário é um só. 18h10. A sala 4 do Caixa Belas Artes não é assim um Maracanã
dos cinemas. Mas os torcedores dos times cariocas que moram em São Paulo e todos
os ‘futboleros’ interessados nas melhores décadas do futebol brasileiro precisam
ver “Geraldinos”.

"Geraldinos" fala sobre paixão e sobre a importância do Maracanã 
na cidade do Rio de Janeiro
Quadro por Quadro, abril 2016

 

Se Deus fosse brasileiro, com certeza frequentaria a geral do maracanã. Já o diabo estaria escalado em dia de jogo, e não seria no time da casa. No estádio, o povo vibra, e na geral, Deus comandaria a paixão do carioca, deixando escapar um bem cantado “Ei! Diabo!
Filho da p*ta!”.

[Crítica] Geraldinos
Vortex Cultural, abril 2016

 

Pedro Asbeg e Renato Martins voltam a atenção de suas câmeras para a parte de dentro
do estádio, raramente enfoca jogadores e comissão técnica, mostrando o caráter do filme: a simplicidade do homem comum, evoluindo um pouco do conceito já mencionado no belo Democracia em Preto e Branco, dirigido pelo primeiro. 

Geraldinos
Cineweb, abril 2016

 

Construído em 1950 para a primeira Copa do Mundo no Brasil, o Maracanã tornou-se um território sagrado do futebol. Este documentário focaliza um aspecto particular do estádio carioca – a geral, que era o local do povão, que se localizava na boca do gramado, de onde não só se podia ver de perto tudo o que ocorria no campo, como participar ativamente, especialmente pela via sonora.

Geraldinos. O filme.
Mauro Beting, abril 2016

 

O filme de Pedro Asbeg mostra a vida de quem não via os jogos no Maracanã. A visão
de quem não enxergava o jogo. Mas de quem sabia mais dos suores, sabores e saberes
do jogo que muitos arquibaldos de então. Ou tribunos dos camarotes de hoje.

Geraldinos
ESPN.com.br, abril 2016

 

Fui geraldino. Ficávamos de pé, mas víamos a todos de perto, do craque ao perna-de-pau. Pegávamos chuva e sol, mas tínhamos a chance de vibrar com os nossos ídolos, correndo em direção a eles, fosse para comemorar ou para xingar.

"Geraldinos”, um filme para matar de saudades
Juca Kfouri, abril 2016

 

Nesta quinta-feira, em São Paulo, e na semana que vem, no Rio, entra em cartaz o filme “Geraldinos”, de Pedro Asbeg e Renato Martins. Um filme sobre o Maracanã que não existe mais, aquele em que os torcedores das gerais sentiam o perfume da grama, o cheiro da bola, o odor de seus ídolos.

Filme sobre fim da geral do Maracanã entra em cartaz em São Paulo
Gazeta Esportiva, abril 2016

 

O documentário “Geraldinos”, 11 anos após o final do setor popular, prova que o Maraca não é mais nosso. O documentário que mostra o fim da geral como um reflexo da elitização do Rio de Janeiro entra em cartaz em São Paulo nesta quinta-feira, no Cine Belas Artes, com uma sessão às 18h10 (de Brasília).
Filme sobre a Geral do Maracanã estreia com depoimentos de Zico e Romário
Globoesporte.com, abril 2016

 

Premiado em festival de documentários, o filme "Geraldinos" estreia para o grande público nesta quinta-feira. A obra homenageia personagens folclóricos do saudoso setor do Maracanã, fechado há 11 anos. Entrevistas com personalidades como Romário, Zico, Marcelo Freixo e Lúcio de Castro fazem parte do roteiro. Os diretores Pedro Asbeg e Renato Martins filmaram os últimos 10 jogos da Geral, em 2005.

Geraldinos
Papo de Cinema, abril 2016

 

Reconhecido como o maior estádio de futebol do mundo quando inaugurado, em 1950, o Maracanã, no Rio de Janeiro, chegou a receber quase 200 mil pagantes em ocasiões recordes. Isso se devia, em grande parte, às múltiplas opções de ingressos que eram vendidos, desde posições privilegiadas até outras mais simples. 
Alta dos ingressos extingue geraldinos do Maracanã
Estadão, maio 2015
 
O fim da geral foi uma medida adotada em todas as novas arenas, mas pegou mesmo no Maracanã. Pegou tanto que os cineastas Pedro Asbeg e Renato Martins fizeram o filme "Geraldinos", retratando os últimos dez jogos no Maracanã antes da extinção da geral, lá em 2005, mas só finalizando agora. "O tempo fez bem ao filme. Ao longo desse período ele amadureceu e cresceu", conta Asbeg.
CRÍTICA: “O Maraca não é mais nosso.”
Tag Cultural, maio 2015
Nenhuma frase dita ao longo do documentário “Geraldinos” é capaz de resumir tão bem o sentimento de quem assiste ao filme quanto essa que, aqui, me serve de título. A verdade é que essa é uma obra marcada por dualidades e paradoxos de sentimentos, marca tão típica dos torcedores apaixonados.
Dez anos após o fim da geral, torcedores folclóricos contam como encaram
os preços do Maracanã e viram estrelas de filme

Extra, abril 2015
Eles ainda atraem as atenções, são alvos de câmeras fotográficas e arrancam sorrisos no rosto de
quem os vê. Mas permanecem órfãos. Dez anos após o fechamento do setor mais popular do Maracanã, os geraldinos se adaptaram à realidade, descobriram novas formas de continuar assistindo aos jogos no estádio, mas não conseguem disfarçar a melancolia ao falar da antiga casa.
10 anos sem geral do Maraca; filme mostra como ela acabou
ESPN.com.br, abril 2015
Dirigido por Pedro Asbeg e Renato Martins, dois torcedores rubro-negros de arquibancada, o documentário "Geraldinos", que estreia no festival "É Tudo Verdade", com depoimentos de Lúcio de Castro, Romário, Freixo e Zico, dois torcedores "arquibaldos" relembram a história do antológico local.
Central Cine Brasil: Resenha – Geraldinos
Central3, abril 2015
Geraldinos é dirigido por Pedro Asbeg e Renato Martins. Conta a história desses frequentadores da geral — o lugar mais popular e mais próximo do campo, no nível do gramado, marcado pela festa e pela fantasia dos torcedores que criaram uma identidade própria, a do geraldino — e do fim desse setor no Maracanã, contextualizada pelos interesses em se construir um novo estádio e pela consequente elitização do público do futebol.
Filme "Geraldinos" foca torcedores folclóricos em setor extinto do Maracanã
UOL Cinema, abril 2015
O filme "Geraldinos", de Pedro Asbeg e Renato Martins, que estreia nesta quarta-feira (15) na 30ª edição do festival de documentários "É Tudo Verdade", em São Paulo, tem como foco os apaixonados e folclóricos torcedores que se acotovelavam de pé à beira do fosso do Maracanã –área conhecida como "geral"–, antes de o setor ser extinto em 2005, com as reformas para os Jogos Pan-Americanos de 2007.
Filme sobre a geral tem Romário falando da rivalidade entre Vasco e Flamengo
G1, março 2015
Quase trinta anos depois de disputar seu primeiro Flamengo e Vasco, quando marcou um dos gols da vitória vascaína por 4 a 0, em outubro de 1985, Romário não saberia mais para aonde correr caso ainda estivesse em campo no clássico de hoje. Mesmo que sempre tenha feito da direção do gol sua bússola e que seja ídolo das duas torcidas, a sensação de estar perdido na própria casa é compartilhada pelos personagens do documentário “Geraldinos”, de Pedro Asbeg e Renato Martins, que será lançado em abril.